segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Sigo assim...


Tenho estado calma. Isso tem me causado certa estranheza.
Porém, tenho estado triste também.
Sinto saudades. Choro quase todos os dias por saber que se trata de uma situação irremediável.
É triste dar adeus a quem se ama. Quando ambas não tem culpa.
Não falo de amor entre homem e mulher. Mas de alguém da minha família. Alguém que eu sempre amei com toda a minha alma. Que era meu ídolo quando adolescente, minha modelo de tudo.
Foi embora da minha vida, carregou metade do meu coração junto.

No auge do meu otimismo extremo, digo para mim mesma que espero uma próxima encarnação para reencontrá-la.
Porém, carrego uma dor diária, latente.
A fé está sempre comigo e sorriu olhando para a estrada vazia e tento imaginar uma chegada, cheio de euforia, risadas e muitos abraços.
Um dia quem sabe, o amor vence a guerra.

6 comentários:

eddie disse...

O medo de dizer adeus sempre está lá, só percebemos quando chega a hora...

E quando chega a hora, o que fazemos? Pensamos no silêncio:

"Até breve..."

eddie disse...

Se guardarmos tudo q é precioso no nosso baú quem saberá de nossos tesouros? =)

Melhor: quem terá a honra de compartilhar nossos tesouros?

Gian Fabra disse...

vi isso num outro blog...
talvez precise ver isso tb

http://www.youtube.com/watch?v=iIc92YM6le4

um beijo

aperitivopoético disse...

triste =~( mas tem coisas que só há um meio, é dizer adeus...

eddie disse...

"Come share my life" =)

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Escrevi estes dias um texto sobre isso. Ausência. Quem parte leva sempre o melhor de nós. Deixa lembranças, mas leva a dúvida do que ainda poderia ser vivido.
Conheço esta dor.
Só nos resta vivê-la.

Se eu tivesse mais alma pra dar, eu daria

Se eu tivesse mais alma pra dar, eu daria
Isso pra mim é viver!

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Vou usar uma frase do Ferreira Gullar, que me define: " A vida sopra dentro de mim pânica, como a chama de um maçarico, e pode subitamente cessar ".